domingo, 18 de julho de 2010

...Memórias de Carnaval: Ensaio Fotográfico sobre o Carnaval Popular em Pernambuco

Pernambuco é conhecido internacionalmente pelas expressões culturais tão características de seu povo. Momento ápice dessas manifestações, o carnaval pernambucano é pleno de cores e vibrações. O presente ensaio fotográfico, fruto de minha imersão no fantástico mundo da cultura popular pernambucana, pretendeu captar algo desse universo.

O Galo da Madrugada: símbolo do carnaval do Recife, é festejado por milhares de foliões do mundo todo nas ruas da cidade.

Bonecos Gigantes: homenageando inúmeras personalidades, são imponentes elementos do carnaval pernambucano.

Bloco de Corvos: referência à corrupção política brasileira na noite do Marco Zero, no Recife Antigo.

Arte Muralística em Olinda: a festa popular como motivo de inspiração para os artistas da cidade.


                         Lanceiro: figura representativa do maracatu pernambucano.


 Elementos escultóricos carnavalescos aludindo o artesanato pernambucano.


Casarão Antigo na parte histórica da cidade de Olinda.


 
Em meio a festa popular, homenagem a um dos maiores políticos do Brasil Império: o abolicionista pernambucano Joaquim Nabuco.


 
Exposição no Museu do Carnaval: homenagem ao grande compositor de marchinhas carnavalescas, o pernambucano Getúlio Cavalcanti.


terça-feira, 13 de julho de 2010

Adeus Maestro

É com intenso pesar que damos adeus a um dos maiores nomes da música brasileira: o Maestro Paulo Moura.

                                             Paulo Moura: Adeus Maestro.

Nascido em São José do Rio Preto (SP), o compositor, arranjador e instrumentista (saxofonista e clarinetista) Paulo Moura começou a estudar piano aos 9 anos de idade. Pouco mais tarde passou a tocar em bailes com a banda do pai, Pedro Moura.
Mudou-se com a família para o Rio de Janeiro ainda adolescente e ingressou na Escola Nacional de Música, onde obteve o diploma de clarinetista. Pouco depois, começou a tocar em gafieiras, cassinos e bailes, como integrante da Zacharias e Sua Orquestra. Seu primeiro registro fonográfico foi com a orquestra que acompanhou Dalva de Oliveira na gravação de Palhaço (Nelson Cavaquinho).
Foi primeiro clarinetista da Orquestra do Teatro Nacional por 17 anos. Nesse período, viajou com Ary Barroso pelo México e Rússia, onde chegou a reger a Orquestra Sinfônica de Moscou. Sua ligação com o jazz é muito forte, e formou uma das primeiras jazz bands do país, tocando saxofone além de clarineta.

            O Maestro Paulo Moura: seu talento ajudou da elevar o status a música brasileira mundialmente. 

Transitando entre o popular e o erudito, freqüentava o Beco das Garrafas, reduto da bossa nova, e atuou como arranjador para Elis Regina, Fagner, Milton Nascimento. Gravou em 1976 o disco "Confusão Urbana, Suburbana e Rural", com o qual excursionou até pelo Japão. Outro disco seu bastante famoso é "Mistura e Manda", da década de 80. Em seu repertório, paralelamente à sua atividade de concertista, encontra-se muito de choro e gafieira. Gravou "Dois Irmãos" ao lado de Raphael Rabello em 1992, ano em que ganhou o prêmio Sharp de melhor instrumentista popular.
Em 2000, ganha o Primeiro Grammy Latino para Música de Raiz com seu trabalho "Pixinguinha: Paulo Moura e os Batutas” (Rob Digital).


        Capa do álbum Pixinguinha: Paulo Moura e os Batutas, trabalho que obteve o Grammy em 2000.

 Ainda nesse ano, interpreta o papel de Zé Espinguela, músico popular que influenciou Villa-Lobos na sua aprendizagem de choro, no filme “Villa-Lobos uma vida de paixão”, de Zelito Viana.
O legado deixado pelo Mestre para a música brasileira não tem dimensões. Em nossa alma viverá intensamente os seus acordes.
Abaixo um momento em que o Maestro Paulo Moura nos brinda com o seu eterno talento tocando Ingênuo (Pinxinguinha), no Kaiser Bock Winter Festival - SP - 1997.



Conheça mais sobre esse virtuoso artista, que certamente deixará saudades, em:


http://www.ejazz.com.br/  (Site brasileiro especializado em Jazz)




sábado, 10 de julho de 2010

Festa Literária Internacional de Paraty celebra o Multiculturalismo

A 8ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP), no Estado do Rio de Janeiro, ocorrerá entre os dias 4 a 8 de agosto. Desta feita, o evento reunirá 35 autores de 14 países. A intenção é, através das mesas literárias, possibilitar reflexões e debates sobre a diversidade cultural como influência na produção da linguagem literária.

                Paraty, Rio de Janeiro: entre os dias 4 a 8 de agosto reunirá expoentes da literatura mundial.

A Festa abordará, também, como temáticas música, redes sociais, e-book e iPad. O multiculturalismo será outra temática grandemente abordada. Segundo Flávio Moura (diretor de programação da festividade):
“A riqueza do evento é a pluralidade. Mais do que nunca, a FLIP vai abordar questões quentes do mercado literário. Como sua característica é incorporar – e não excluir -, além de literatura, também apresentará diversas atividades musicais”.
Estão confirmadas as participações de escritores como Isabel Allende (Chile), Salman Rushdie (Índia), Abraham B. Yehoshua (Israel), Azar Nasifi (Irã), Lionel Shriver (EUA), John Makinson (Inglaterra) e das escritoras brasileiras Patrícia Melo e Carola Saavedra – que falarão sobre regimes políticos, processos de paz, religião e outros elementos do mundo pós-globalização.

                        Azar Nasifi: autora de Lendo Lolita em Teerã, a escritora estará presente na FLIP.

O sociólogo pernambucano Gilberto Freyre é o grande homenageado desta edição. O historiador Luiz Felipe de Alencastro e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso farão a conferência de abertura. Momento em que falarão sobre a trajetória intelectual do ideólogo da democracia racial. O pernambucano também será homenageado no show de abertura da Festa – inteiramente baseado na bibliografia do mesmo.


       Gilberto Freyre: ideólogo da Democracia Racial, será a personalidade homenageada da 8ª FLIP.



Obtenha mais informações sobre a FLIP em: http://www.flip.org.br/




segunda-feira, 5 de julho de 2010

...Evento: A Literatura no Cinema

O evento Adaptação: A Literatura no Cinema, que ocorrerá no Centro Caixa Cultural do Rio de Janeiro, é uma ótima oportunidade para analisar o processo de construção do texto cinematográfico a partir da literatura. Concebido por Carolina Benjamin, tem na direção geral a atriz Leandra Leal juntamente com Rita Toledo e própria Carolina. A curadoria é de David França Mendes e os textos dos catálogos é de Sérgio Sant'Anna.

Veja o cartaz do evento em:

Acesse o release em:

Veja outras informações no site: